sexta-feira, 19 de novembro de 2010

É fogo.

A espiritualidade é fogo. É como brasa que queima você por dentro. Queima seu ego, seu orgulho, seus padrões mentais, emocionais. Te vira do avesso. Te aperta. Te coloca na parede. Tortura tudo o que você acredita. Quebra seus paradigmas. Bate forte no seu estômago. Enfia a mão bem lá dentro de você. Lá no fundo. Incomoda. Ah, a espiritualidade incomoda. Porque transforma tudo o que você acredita numa outra coisa. Muda você bio, fisio e energéticamente. Muda a tomada. De 110w pra 220w. E isso queima. Queima seus hábitos. Seus modismos. Sua indiferença sobre algo que agora faz diferença. Muda a frequência. Muda a percepção. A sensibilidade. E isso é fogo. Isso é foda. Porque você fica mais sensível a tudo. Ao sutil e ao denso. O que antes você não percebia agora passa a perceber com uma intensidade muito forte. E a tendência é piorar. A ficar mais forte. Mais sensível. Mais perceptível. Levantou a antena. Aí não é só as leis da gravidade, temperatura, espaço e tempo que você vai perceber, não. Vai bem além disso. E aí assusta. Porque a gente não conhece essas outras leis. Essas outras influências que Einsten e um monte de pensadores já percebiam. E essa máquininha meia boca que a gente chama de corpo começa a ser bombardeado por informações que se expressam em sensações que confundem todo o aparelho emocional da gente. E aí neguinho espana. Esperneia, fica puto com a espiritualidade. Que na real não tem nada a ver com isso. Nada mesmo. Até porque quem foi lá e melhorou a alimentação, aprendeu a ativar os chacras e a circular e manipular a energia no corpo foi você mesmo. A espiritualidade só trouxe as informações e técnicas sobre isso. Mérito seu sentir isso. É a ação-reação, my friend. Agora não adianta ficar de bode com o negócio. Meu pai, meu mestre na espiritualidade, que me iniciou nessas coisas sem mesmo falar sobre o assunto me marcou muito com uma frase. Eu tinha uns 13 pra 14 anos mais ou menos. Ganhei um livro do Brain Less, não me lembro se era assim que se escreve mas, whatever. Esse livro vinha com alguns exercícios de regrassão de memória e tal. Sempre gostei muito desses assuntos. (Com 10 anos eu ficava em terreiro de Umbanda acendendo charuto de preto velho e cabloco, que, por sinal, o médium era adivinha quem? Meu pai, claro. Enfim. Peguei o livro li num palito e comecei a praticar. Foi sensacional. Pratiquei durante meses. Um certo dia, não encontrava as fitas. Na época eram fitas cassete. Pois é. E fui mexer nas coisas do meu pai. Um armário com livros sobre pontos de Umbanda que eu tinha medo só de olhar as capa com demônios de vermelhos de capas e chifres, argh. Mas enfiei a mão lá e peguei uma fita. “Clarividência” estava escrito nela. Pensei: acho que não dá nada. Fui fazer o exercício que, nada mais era do que uma simples ativação de chacras e tal. Mas na época, chacra pra mim, era onde a gente ia passar o final de semana com a família. Ou seja, me ferrei. Me arrebentei, entre aspas, energéticamente. Fiz tudo errado, mas como a intensão era forte o resultado também foi. Mas errado. Levantei como um zumbi. Minha cabeça explodindo. Era como se eu estivesse dentro de uma piscina. Abri a porta do quarto dos meus pais, eles estavam dormindo. Eu estava apavorado. Fechei a porta. Morria de medo do meu pai. Ele vai ficar furioso, pensava. Fora tudo o que estava sentindo. Abri de novo a porta. Só escuto ele num tom seco e duro: “Que foi?” Sentei na ponta da cama. Coloquei a mão na cabeça e disse com a voz fraca: “Estou perdido”. Ele, como de se esperar, soltou a bronca: “Não mexa com o que você não conhece, moleque!”. Levantei atordoado pela bronca, pela frase e pela prátca e fui pra cama. Rezei como nunca. Adormeci. E com isso adormeceu qualquer prática espiritual. Mas nunca, nunca adormeceu dentro de mim a fascinação pelo assunto. E a frase do meu pai me acompanhou durante longos 6 ou 7 anos. Quando enfie a cabeça nos livros. E fui, conhecer profundamente sobre o assunto. Foi muito rica essa experiência. Foi muito importante a frase do meu pai. Foi especial a “porrada” que levei da espiritualidade. E coisas como Jesus disse e vários outros mestres e iniciados disseram sobre ela se confirmaram para mim: “A espiritualidade não é para fracos”. E essa fraqueza não é do ego, do orgulho, não. É da pressão que o mundo físico, esse aqui que a gente vive faz sobre quem estuda esses assuntos. Pressão psicológica, emocional e principalmente energética. E não são dos outros, que isso é de menos. É de nós mesmos. A espiritualidade é fogo. Fogo que quima a gente por dento e por fora. Mas que, quando a gente fecha os olhos e deixa ela queimar, a sensação é indescritivelmente maravilhosa. Ah, se é.

Firmeza. Força. Perseverança na senda que a pressão vai ficar maior. Afinal, quanto maior a luz, maior a escuridão.

Namastê Babaji, Jesus, Budha, Krisna, Yogananda, Ramakrisna, Aivanhov, Ramatis, Pena Dourada, Águia Negra, Exus, Pretos-Velhos, Calunga, Wilson (meu pai), Wagner, Enki, Marisa e toda a espiritualidade pelas “porradas” no meu bendito e teimoso ego. Namastê.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Palavra de Ordem.

A palavra de ordem é: Orai e Vigiai.

Orai por você, pelas suas imperfeições, pelos seus medos, pelas suas angústias, pelas suas faltas. Orai pela sua incapacidade de amar, de cuidar, de se doar, de ajudar. Orai pela sua fraqueza de espírito, pela sua intolerância, pela falta de compaixão. Orai pelas mazelas cometidas, pelo seu poder de persuasão negativa, por suas invejas, pelo seu ego repugnante e vingativo. Orai e orai.

E ao mesmo tempo vigiai sua língua que insiste em falar mal dos outros, sempre colocando para fora o veneno do julgamento. Vigiai seus olhos que apenas vêem as aparências, seu olhar punitivo, impiedoso e cheio de ódio. Vigiai também o seu não olhar, a sua indiferença aos seus próprios defeitos. Vigiais seus pensamentos auto destrutivos. Vigiai e vigiai.

Você é responsáveis pela própria desgraça física, mental e emocional e por não orar e vigiar a si mesmo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Painho.

Quando eu era pequeno, torcia para ficar doente só para sentir a mão quente e segura do meu pai na minha testa medindo a temperatura. Era um dos momentos que eu me sentia a pessoa mais feliz do mundo. Um momento mágico onde eu podia sentir todo o amor do pai. O cuidado. O ser protegido. O ser curado. Só com aquele toque já me sentia curado. Novo. Meu corpo se tomava de tanta felicidade que a doença sumia no final do suspiro que eu soltava. Ontem não foi diferente. Senti novamente o toque do Pai. Mas não foi do meu pai. Foi do Papai do céu através de um outro pai. “Painho”, jeito carinhoso que o meu irmão chama nosso professor Wagner Borges. Um dos vários jeitos carinhosos de se chamar uma pessoa querida. Muito querida. Que mostra o caminho certo. Que enche a vida da gente de conhecimento, discernimento e sentido. Assim eram chamados os mestres e gurus antigamente. Mas hoje a gente chama de professor apenas. Chama da boca pra fora. Porque da boca pra dentro está em constante reverência. E sente um amor profundo por ele, sim. Grande demais. Uma mistura de gratidão pelo Papai do céu ao papai aqui da Terra. E foi nessa aula de ontem que voltei novamente a ser criança. Quando ele tocou a minha testa e me levou a um estado alterado de consciência. Que me fez perceber a grandiosidade do Papai lá do céu e, ao mesmo tempo, desse papai aqui da Terra. E então meu coração se encheu novamente de uma felicidade tremenda. E a gratidão transbordou por ele. E no final do suspiro que soltei, eu estava curado.

Namastê painho.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Dance.

A vida é uma dança. Dança com ela quem quer. Quem não quer dança também. Mas fora de compasso. Fora de sintonia. E daí a dança da vida fica sem ritmo. E o dançarino se perde e se machuca. Pisa no próprio pé. Pisa no pé dos outros e estraga a dança de quem está dançando bonito. Mas aí vem o maestro e muda o ritmo. Põe um compasso mais forte. Muda a música da vida para algo mais difícil de se dançar. Aí então, o dançarino se machuca de vez e não consegue mais dançar. Aí, a gente aqui da platéia, fica torcendo para que ele pegue o ritmo e volte a dançar lindamente. Do jeitinho que ele dançava antes de vir para cá.
A música da vida nunca vai deixar de tocar. Você dançando no ritmo ou não. Mas que vai ter um monte de gente na platéia torcendo para você fazer bonito, isso vai. E gente que não vê a hora do espetáculo da vida terminar para aplaudir você de pé.

Que sua dança seja belíssima. Que o grand finale seja esplêndido. Assim você faz bonito de uma só vez para que seu show tenha bis. E quem sabe em outros palcos de outros planos em outros ritmos mais lindos e fascinantes do que esse.

Dance meu amigo. Dance muito e seja bravo, bravíssimo nos palcos da trilha sonora espiritual.

(aplausos)


PS: Depois de uma prática espiritual, senti uma necessidade muito grande de dançar. Foi como se algo me levantasse e dissesse: dance. Dance e solte as amarras energéticas do seu corpo. Assim você “limpa” até mais eficazmente a sugeira psiquica que está encrostada no seu campo aurico. Então dancei. Estava sozinho no salão da Origens pegando carona na energia depois de uma aula de yoga do Enki. E deu para perceber algumas entidades ali dançando comigo. Aí lembrei de algumas práticas que a Marisa já fez que se chama biodança. Enfim, depois disso veio a vontade de escrever. Não foi uma psicografia, foi mais uma canalização de algo que estava rolando ali, intuitivamente mesmo. Então dei vasão pra isso e fui no ritmo do lance...rs.

Foi maravilhoso. Como sempre é.

A senda espiritual é um caminho as vezes difícil de trilhar. Mas quando a gente entra nele pra valer, ganha alguns presentes incríveis. E aí só fica a gratidão pela paciência desses “caras” em aturar as vezes as nossas tolices e infantilidades emocionais.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

É isso aí.

É isso aí, minha gente. É assim mesmo que tem que ser. Nasce, morre, nasce de novo morre outra vez. E assim vai que vai. Um dia após o outro com a certeza de que a passagem vai acontecer. A descascagem do corpo físico vai acontece uma ora ou outra. E quer saber? Ainda bem. Porque imagine vive aí do jeito que ocês vive. Correndo atrás das coisas como doidos sem prestar atenção nas coisas mais importantes da vida. Esquecendo a espiritualidade. A verdade da vida. O motivo pelo que vieram. E não é pra ficar rezando que nem louco, não, repetindo palavras ao ar à toa, não. Não é religião não. É se ligar ao belo da vida. A essência da energia cósmica que permeia tudo e todos atravessando essa massa cinzenta avermelhada que cobre a cabeça docês de tanta bestera que insistem em se apega nessa vida. É isso mesmo que tô falando, meus amigos e minhas amigas. Tô sendo duro porque as vezes tem que ser, fazê o quê? Porque se eu num sô pra abrir a mente de você, vem a vida e é. Aí doí. E dooooí pra valer. Então prefiro, as vezes, dar uma dura dessas pra despertar vocês e pra que a vida não tenha que machucar. E quando as coisas da vida vierem acontecer, você, ao invés de chorar, abre um sorrisão feliz da vida e enche o peito de luz agradecendo a oportunidade da vivência que teve. Sei que dói, que parte o coração. Mas não esquenta não, limpa a lágrima e solta o sorrisão que logo logo vocês vão se encontrar e brincar de montão. Ah, se vão. Pode ter certeza que vão. A vida é mágica, é sagrada. É maravilhosa pra gente aprender. Num carece fica triste, não. Levanta essa cabeça e continua na sua caminhada, minha amiga, que a vida tá aí com tudo pra transformar você. E transforma. Vai transformá. De um jeito ou de outro. Pode chorá, pode esperniá. Que a transformação vai rolá. Essa lagarta aí vai uma borboleta virá. Ah se vai. Aí você vai voar colorida pela vida daí e pela vida daqui. Levando alegria e brilho pra todo lugar. Fluindo feliz da vida. Respire fundo e vem comigo nessa maravilha que é viver e aprender. Agradeça ao papai do céu por isso e olhe seus filhos nos olhos, sua campanheira, seu companheiro com carinho. Lembre das coisas boas da vida. Das árvores, das flores, das coisas simples e puras. Se ligue nisso, minha gente, e vamo caminhando pra frente. Que atrás vem gente. Empurrando a gente pra frente. Sempre pra frente. Com a certeza do aprendizado que vem adiante. Pra gente sair do casulo e virar borboleta gigante. Força e vamo avante, meu amigo viajante.

Calunga


psicografado em 24/09/2007.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amigo de estrada.

Ah, que alegria. Quanto coração brilhante tem nessa casa. Quanta luz, quanta dedicação e sintonia, minha gente. Cês num sabe como é bonito de ver daqui o brilho docês. Tanta alegria num lugar só. Deus seja louvado. Ainda bem que tem gente como ocês aí trabalhando dedicado no bem, fazendo o bem sem ver a quem. Coisa linda de se ver. E dá uma alegria danada só de chegar perto docês. Quem diria de quem vem pra uma casa dessas buscar repouso e alívio das frustrações que passaram na vida. E é tanta gente frustrada e doente precisando de gente como ocês. De gente disposta pra ajudar, pra cuidar e ensinar.

Ah, que beleza que é o trabalho docês, minha gente amiga. Deus abençõe ocês. Fiquem no bem sempre. Estudem sempre. Pratiquem o dar sempre. Que o receber não precisa nem pedir que vem direto do plano sutil pra dentro da cabeça docês. Vem que nem jóia brilhante que é depositada na cabeça e no coração docês. E vai crescendo como flor. Essa aí que ocês gostam tanto: flor de lótus, né? Essa que nasce no limbo e cresce pra cima, pra Deus e se abre como luz.


Fiquem na luz, gente querida.


Seu amigo de estrada. Seu amigo de luz.


Calunga.


(Psicografado em trabalho de assistência espiritual no Espaço Origens em Jundiaí – SP - 12/05/2009)

PS: é incrível a energia e a alegria de receber um amigo tão especial como esse. Que sempre enche o coração da gente de alegria e transborda contentamento por todos os lados. Chega a desequilibrar o medianeiro de tanta luz e alegria. A simplicidade nas palavras e a sutileza energéitca é fascinante.

Agradeço a Deus por fazer parte de um trabalho tão especial como esse. Por ser simples instrumento para caras assim, que passam coisas legais e toques consciênciais maneiros. Que dão um empurrãozinho na gente. Incentivando e firmando o trabalho assistêncial dentro da gente, seja onde for. Pela Marisa, professora de vida e de alma pela força e dedicação. Ao Wagner Borges, mestre de nada, mas professor de tudo e amigo do peito que sempre dá um suporte pra turma. E claro, a esse amigo que tem me acompanhado a anos nos estudos e práticas espirituais. E que uma hora ou outra aparece assim, de surpresa, e me enche o coração de alegria e gratidão.

Valew Calunga.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Brilha II.

O tempo é uma dádiva divina. Um tiquinho que cada um de vocês tem para usar da maneira que quiser. Fazendo coisas bonitas ou fazendo coisas feias. Cada um faz o que quer com o tempo que ganhou. Mas o mais importante é saber o que fazer desse tempo. É usá-lo com discernimento, com consciência, com sabedoria, com cuidado. Principalmente porque o Sr. Karma está de olho e ele sabe tudo o que você faz e deixa de fazer. Por isso, meu amigo, faça o melhor que você puder agora. Não espere uma coisa ou outra. Faça o seu melhor agora. Brilhe agora. Nesse instante presente. Não espere amanhã nem depois. Brilhe agora. Porque esse tiquinho de tempo que você ganhou pode estar acabando. Aí não adianta chorar, não. Não adianta vir com drama e dizer que não sabia, porque sabia, sim. Tá todo mundo avisando. É um que psicografa daqui, é outro que fala na rádio dali. Tá cheio de gente nossa por aí no meio docês dizendo e ajudando ocês a usar o tempo da melhor maneira possível: pensando positivo, estudando, se ligando nas coisas bonitas da vida. E não aí fazendo um dramalhão com qualquer coisa. Aí não, minha filha. Aí é pedir pra chorar depois.

Olha, faz o seguinte, feche seus olhos agora. Pense num lugar bem lindo, bem bonito e cheiroso. Isso. Agora comece a brilhar. Imagine o seu corpo brilhando. Pense no Papai do Céu, no menino Jesus. Pense na luz que brilha em todas as partes e nessa luz que brilha em você, também. Isso. Tá vendo como você já se sente melhor? Agora fique assim e toda vez que ocê estiver triste ou com receio de qualquer coisa, faça esse exercício. Eduque sua mente a pensar na luz. Imaginar a luz é trazer a luz procê. É brilhar. É usar o tempo que você ganhou aqui na Terra para fazer a única coisa que você precisa fazer: brilhar.

Seu amigo que quer te ver assim, brilhando sempre.

Calunga.


Texto psicografado em trabalho de grupo de assistência realizado no dia 27/11/08 em São Paulo.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Simples assim.

As coisas são mais simples do que a gente imagina, mesmo. Simples demais até. E quem complica as coisas somos nós mesmos. E não é astro ou estrela ou espirito tal ou guru sei lá da onde que vai mudar alguma coisa na vida da gente. Sabe por que? Porque a única lei que impera nesse plano é a de causa e efeito. Simples assim. Por isso não adianta a gente querer que as coisas em volta da gente mudem sem que mudemos também os nossos atos. Como você quer um resultado diferente se as atitudes e escolhas são sempre as mesmas? Por isso, antes de mais nada a gente tem que mudar algo dentro da gente para que fora também mude. Eu sei, já disseram isso milhões de vezes e vão continuar dizendo. Sabe por que? Porque não entra. Tem coisas que são ditas para gente que não surtem efeito interno, ficam apenas no ouvido. Entram por um lado e sai pelo outro. Então não percebemos em nós mesmos o que está se repetindo, porque estamos o tempo todo preocupados em olhar para fora, culpar o outro, sendo que a resposta está dentro. Linda a frase, né? Pois é, tive que escutá-la um milhão de vezes para entender. E só realmente entendi quando parei, sentei a bunda na cadeira e comecei a olhar para mim, para as minhas atitudes e para as escolhas que estava fazendo na vida. Aí sim percebi que várias delas davam os resultados que eu não queria mais. Porque a gente só muda quando alguma coisa incomoda. Quando o bicho pega. Aí paramos para querer mudar. Porque do contrário fica do jeito que está, não causa nada, mesmo. Então tá valendo.

Mas tem coisa que é muito difícil de mudar na gente. Muito difícil, mesmo. Primeiro que sozinho é quase impossível, até porque, dificilmente vemos as coisas que fazemos, não enxergamos, passam batidas. E segundo, porque estão enraizadas na gente de muito tempo.

Conheço muito pouco sobre a espiritualidade, na verdade foi estudando que percebi que quanto mais a gente sabe, menos a gente sabe, também. E olha, a espiritualidade é ralação, é bem diferente do que as pessoas pensam que é. O que a maioria das pessoas fazem é também da boca para fora, é para tapar buraco. É muito ego, orgulho e pagação de sapo, mesmo. Caí em várias armadilhas, também. Mas graças a Deus tenho uma sorte danada de ter um grupo de gente muito bacana do meu lado. Gente de peso, mesmo. Mas a espiritualidade real é simples, porém muito complexa. Envolve muita coisa, muita gente, e é um trabalho muito, mais muito maior do que se pode imaginar. E no caminho fui descobrindo muita coisa, e aberto a escutar muita coisa também. As vezes, quando falo ou dou um exemplo envolvendo a espiritualidade, alguém sempre me diz o seguinte: “Isso aqui é a Terra, a gente tem que viver aqui e não lá do outro lado”. Claro, tem toda a razão, estamos mesmo vivendo aqui, mas envolvidos totalmente por uma força invisível que desconhecemos completamente. E é exatamente essa força que define tudo o que experimentamos aqui na Terra. Então, como posso eu viver aqui nesse plano, sem ao menos conhecer as leis e tudo o que define o que experimento nesse vida? Ou seja, tudo o que está envolta de você vai continuar existindo, meu amigo. As brigas, as doenças, as injustiças (isso no nosso ponto de vista porque na real tá tudo como tem que ser), as faltas, enfim, as coisas que estão em parte do jeito que a gente quer e também do jeito que a gente não quer. Porém, o importante é como nós lidamos com tudo isso. Como vivemos com esses altos e baixos. Agora, de duas uma: ou a gente aprende a criar uma “paciência” e “tolerância” gigantesca sobre esses altos e baixos da vida, ou começamos a olhar para dentro. Não tem outra alternativa. Sidarta (Budha), por exemplo, não estava disposto a criar essa tal paciência e tolerância sobre as coisas da vida. Ele foi lá, sentou a bunda e olhou para dentro. Olha o que aconteceu com o cara. Claro que ninguém aqui, nem eu nem você vai se tornar um Budha ou coisa parecida. Mas olhando para dentro a gente entende várias coisas que incomodam do lado de fora. Ou seja, olhe para dentro, procure vivênciar experiências e o que for que te leve a olhar para dentro. Faça terapias, yoga, vivências ou seja lá o que for, mas olhe para dentro, olhe para você e pare de olhar para fora, pare de olhar para o outro. Porque a morte não muda nada, meu amigo. Nada. A gente é do lado de lá exatamente o que somos do lado de cá. Somos o que sentimos e o que pensamos. Então cuide da alma, my friend.

domingo, 1 de agosto de 2010

Brilha.

É meu amigo. É minha amiga. Não adianta ficar reclamando da vida, não. Isso não vai ajudar em nada. Ocês precisam é se lembrar o tempo todo e todo o instante que estão aqui encarnados, um tiquinho de tempo, pra aprendê, pra se conhecê e se melhora, pra ajuda e estuda. Ou ocês acham que vieram aqui pra reclamar? Pára com isso, minha gente! Olha quanta coisa bonita cês tão fazendo. Quanta luz brotando do coração do cês. Fiquem nessa energia. Se concentrem nessa energia de luz e de trabalho assistêncial. Que só assim vocês aprendem a se iluminar de verdade: ajudando os outros. Não tem outro jeito. E não tem jeito mais gostoso, não é mesmo? Ah como é bom poder ajudar, né? Pode faze parte dessa corrente gigantesca de luz e energia que alegra e enche o coração de tanta gente de amor e paz. Não tem coisa melhor. Por isso, minha gente querida, é só ficar assim desse jeitinho que ocês tão: brilhando paz no peito, olhando com olhos luminosos de alegria e consciência maior. Falando com sons como se fosse música no ar. Abraçando sem abraçar. Ajudando sem pedir nada em troca. Apenas assim, fazendo parte dessa luz maior. Porque quanto mais ocês brilha, mais ocês brilha. E quanto mais brilha, mais vão brilha… até vira estrela de tão brilhante. Junto com milhares de outros que brilham esse amor cósmico e universal.

Brilhem minha gente querida. Brilhem pura e simplesmente esse amor. E nunca se esqueçam de que ocês estão aqui pra brilhar. Pra amar, pra ajudar e se ajudar. Porque é dando que se recebe. E é assim, minha amiga, meu amigo querido. Brilhem sempre.

Do seu amigo que brilha de alegria quando vê ocês brilhando aí embaixo.


Paz e Luz


Calunga.


Texto psicografado em trabalho de grupo de assistência realizado dia 09/06/08 em São Paulo.


PS: A sensação que foi ficando, quando nosso querido amigo Calunga ditou essas palavra, foi na ênfase que ele deu ao “brilhar”. E o que ele quis dizer com isso é que devemos iluminar e vibrar luz em nossos chacras todos os dias. Que quanto mais praticarmos, mais brilhantes a gente vai ficando. E assim nos sintonizando com energias mais sutis. Diminuindo a animalidade natural de nossa presente encarnação até atingirmos a iluminação e, como ele mesmo disse, as estrelas. E quando ele se referiu as milhares de outras estrelas, na minha tela mental apareceram rapidamente as imagens de Babaji, Cristo, Buda, Krisna, Paramahansa, Caboclos, Pretos Velhos e muitas outras entidades maravilhosas que brilham essa energia pra gente aqui na terra e pra milhares de outros irmãozinhos necessitados e aflitos nesse e em outros planos. Foi uma expansão de consciência incrível e maravilhosa.

Espero que essas palavras também acendam uma estrela no peito de cada um de vocês e que sempre que estiverem numa dificuldade financeira, amorosa, física ou seja lá qual for, lembrem-se de olhar para as estrelas e brilhar.


Beijos a todos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Prova.

Há um tempo atrás tive uma experiência espiritual muito importante. Pelo menos para mim.

Eram mais ou menos dez e meia da noite. Eu estava com meu filho pequeno, ele tinha um ano e três meses na época, em Jundiaí, no meu quarto. Ele já com bastante sono, coloquei uma música com mantras lindíssimos que sempre coloco para ele dormir. Enfim, enquanto estava ninando o menino, habitualmente elevo os pensamentos a uma força maior, penso em Brahma, Deus, Budha, Krisna, Jesus e um monte de caras legais, isso acalma meus sentimentos e de uma maneira ou de outra passo isso para o sono do meu bebê. Bem, tudo corria bem. Coloquei o Cauã no berço do lado da minha cama e deitei. Me preparei como faço também habitualmente e comecei um trabalho de bioenergia. Mas sentia algo esquisito no ambiente. Não conseguia me concentrar, não conseguia pulsar luz em nenhum chacra. Nesse momento a música começou a me incomodar. O Cauã gemia inconfortável no berço. E percebi um vulto, uma silhueta de uma entidade dentro do quarto. Até me levantei um pouco serrando os olhos para enxergar melhor. Meu peito se encheu de medo, um receio junto com um sentimento de angustia. Na mesma hora o Cauã deu dois pulos no berço junto com um grito de susto. Senti uma corrente energética correndo por todo o meu corpo. Uma sensação que já tive quando há presença de entidades grosseiras e densas próximas de mim. Meu bebê ficou de pé no berço quietinho. Controlando muito minhas emoções, me levantei, peguei meu bebê no colo e o acalmei. O ambiente estava repleto de medo. Meu coração batia forte, mais uma sensação que me ocorre nessas situações. Pensei num mantra para tentar quebrar isso. Ganesha. Om Nama Ganeshaya. Proteção. Ninei o Cauã entoando esse mantra dentro do peito e no chacra frontal. Melhorou um pouco. O Cauã deu um suspiro e percebi que estava mais calmo. Coloquei ele no berço e voltei para a prática. O sentimento dentro de mim foi muito confuso. Sentia medo, depois raiva, me controlando entre milhares de pensamentos: mantras, amparadores, raiva e vontade de enfrentar, tudo isso muito rápido e também sem muita força interna. Percebi que esses sentimentos não eram meus. Via imagens de aranhas dentro do berço do Cauã. Imaginava ele gritando e sendo picado por elas. Mas perai, eu tenho muito medo de aranha! Essa entidade está projetando essas formas mentais em mim para me descontrolar emocionalmente e continuar a obsessão. Firmei os pensamentos nos mestres e amparadores. E foi aí que percebi coisas muito importantes para o meu aprendizado. Percebi que não adiantava eu chamar ou clamar ou rogar por mestres e amparadores se o meu sentimento era inferior. Estava sentindo muita coisa ruim dentro de mim para conseguir acessar qualquer tipo de fluido ou energia mais sutil. Não tem ligação. Isso eu aprendi e li em vários livros e cursos que faço, mas nunca havia presenciado na prática a importância de estar bem internamente, estar inteiro e centrado. Bem, continuei tentando algumas práticas de ativação de chacras e tal, mas nada adiantava. Então me veio uma idéia: vou fazer um E.V (Estado Vibracional), onde a gente movimenta a energia da cabeça aos pés, indo e voltando bem rápido. Comecei. O E.V, foi sensacional, fui sentindo a energia se movimentar, na minha mente coloquei pensamentos de amorosidade e compaixão e fui me acalmando. Senti a energia melhorando. Ficando mais solta e mais branquinha. O chacra frantal se ativou e as palmas das mãos começaram a formigar. Nesse instante senti uma alegria enorme. Foi como se todos os amparadores e mestres que havia clamado a momentos antes entrassem de uma vez no quarto. Aí fluiu maravilhosamente bem. Continuei o trabalho de energia e rolou uma assistência bem bacana. Com muito carinho e cuidado com tudo e todos que estavam aqui no ambiente. Eu fui amparado, meu filho e a entidade que estava aqui, também. Bem como todos os meus familiares que estavam aqui em casa. Porque essa luz envolveu a casa todo. Dava para ver de cima uma bolha de luz branco e violeta abraçando tudo. Foi ótimo e me trouxe muita informação a respeito de mim, de meus sentimentos e de meus estudos espirituais.

Percebi que não adianta sabermos todas as práticas, todos os mantras e termos os nomes e fotos dos amparadores grudados na mente e no quarto, se no peito existe escuridão. Que não adianta clamarmos por Jesus, Budha, Babji ou seja lá quem for se no coração não tem luz e compaixão. É como falar outra língua. Essas caras falam apenas uma língua: a do amor. E quando eu quiser entrar em sintonia com eles terei que pronunciar Seu nome nessa língua. Do contrario serão apenas nomes e rostos em quadros acumulando poeira no meu quarto e na minha mente.

Hoje acordo mais feliz e mais confiante. Com uma gratidão enorme no peito e com um mantra na mente: obrigado Senhor. Obrigado pelos amigos que me ensinam aqui no plano terrestre. Pelos amigos que me orientam e me ensinam no plano espiritual e a espiritualidade pela dádiva e maravilha que é. Também acordo com a certeza do caminho escolhido e a percepção de que estou apenas engatinhando dentro disso tudo.


Obrigado Senhores.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Vivendo e Aprendendo.

A vida é cheia de dificuldades. Mas as dificuldades são necessárias para o crescimento de cada um de nós. Não tem o que por e nem tirar. Tá tudo do jeitinho que tem que ser. Por isso, minha gente querida, aceitem a vida que vocês escolheram. É isso mesmo, porque foram vocês mesmos que escolheram. E olha, um dia vocês vão ver que maravilha que é a vida. Que oportunidade de crescer, de aprender e de se melhorar que vocês tem.
Agora é centrar a cabeça no Pai Maior e seguir em frente com fé. Estudando, aprendendo e sintonizando com a luz. Ah, que luz que tem essa casa. É uma emoção enorme tá aqui e unir com vocês o meu coração. Meu coração com o coração do cês. Trabalhando no bem, ajudando esses irmãozinhos queridos. É uma felicidade só. Uma luz só. Que faz um bem, bem maior.

É minha gente querida. Vamos em frente que atrás vem gente. Não é assim o dito popular? E tem gente precisando da gente. Dessa luz da gente. Do amor da gente. Da alegria da gente. Gente viva do lado de cá e gente viva do lado de lá.
E assim a gente vai caminhando ciente das nossas escolhas. Caminhando, ajudando, vivendo e aprendendo. E seja como for, a gente vai caminhando nesse amor. O coração desabrochando como flor. Todos juntos nesse imenso amor.


Calunga


Texto psicografado em trabalho mediúnico no Lar Anália Franco Jundiaí-SP - 27/11/2006

terça-feira, 27 de julho de 2010

Toque Consciencial.

Seja pontual com a espiritualidade. Marque presença. Dê o seu melhor. Pratique diariamente a bioenergia. Ative seus chacras. Amplie sua clarividência. Aumente seu poder de concentração e disciplina espiritual. Quanto mais você dá, mais você recebe. A cada um conforme suas obras. Quanto mais você praticar, melhor será sua estadia no plano físico. Mais rápido seu progresso espiritual. Melhor será sua situação após o desencarne. Maior a probabilidade de ajuda e serviço assistencial nos planos inferiores. Por isso não perca tempo. Não olhe para fora. Para as ilusões da carne. Concentre-se no seu desenvolvimento espiritual. Dia após dia. Cumpra com suas responsabilidades terrenas, sim. Mas não se perca no brilhantismo das coisas terrenas. Não se perca na sua temporariedade. Passa. É perecível. Apenas as coisas da alma são imperecíveis. Acompanham você hoje e sempre.

Seja forte. Capte o prana. Use as técnicas que você estuda e aprende. Pratique, pratique e pratique. Dia após dia. Noite após noite. E a luz vai ficar cada vez mais intensa em você. Seus chacras vão brilhar cada vez mais. Você será útil aos amparadores durante o sono. E a caridade em nome da Luz se fará constante em sua existência. Assim você progredirá. Assim você avançará mais inteiro e preciso na senda espiritual. Hoje e sempre.

Namastê.


PS: Após uma prática de clariviência e assistência espiritual aqui mesmo no meu quarto, percebi a presença de uma entidade que não consegui identificar. Apenas senti uma necessidade de escrever. Relutei até, mas ele foi enfático me dizendo: escreva. E claro, escrevi.

E até pelo texto deu para perceber que era um amparador bem preciso, sério e direto, mesmo. Foi bem pessoal também. Algo para eu me ligar e ficar mais esperto, mesmo. E a sensação que fica é essa aí: de continuar firme, praticar mais e viajar menos na maionese.

Bola pra frente e vamo que vamo. Porque como ele mesmo disse, se melhorando a gente melhora tudo em volta. Hoje e sempre.

26/07/2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Uma luz só.

A vida é cheia de dificuldades. Mas as dificuldades são necessárias para o crescimento de cada um de nós. Não tem o que por e nem tirar. Tá tudo do jeitinho que tem que ser. Por isso, minha gente querida, aceitem a vida que vocês escolheram. É isso mesmo, porque foram vocês mesmos que escolheram. E olha, um dia vocês vão ver que maravilha que é a vida. Que oportunidade de crescer, de aprender e de se melhorar que vocês tem.

Agora é centrar a cabeça no Pai Maior e seguir em frente com fé. Estudando, aprendendo e sintonizando com a luz. Ahhh, que luz que tem essa casa. É uma emoção enorme tá aqui e unir com vocês o meu coração. Meu coração com o coração do cês. Trabalhando no bem, ajudando esses irmãozinhos queridos. É uma felicidade só. Uma luz só. Que faz um bem, bem maior.

É minha gente querida. Vamos em frente que atrás vem gente. Não é assim o dito popular? E tem gente precisando da gente. Dessa luz da gente. Do amor da gente. Da alegria da gente. Gente viva do lado de cá e gente viva do lado de lá.

E assim a gente vai caminhando ciente das nossas escolhas. Caminhando, ajudando, vivendo e aprendendo. E seja como for, a gente vai caminhando nesse amor. O coração desabrochando como flor. Todos juntos nesse imenso amor.


Calunga


Texto psicografado em trabalho mediúnico no Lar Anália Franco Jundiaí-SP - 27/11/2006

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Momento.

Como é fascinante ver as pessoas chegando no momento indispensável: o despertar. São vidas e vidas caminhando para o dia de cair na real. De abrir os olhos, de começar a andar. E quando olho pra trás vejo que tudo o que passou valeu a pena. Sempre vale a pena. Ah, mas o brilho nos olhos é mesmo fascinante. O sorriso, o medo, o algo que cutuca lá no fundo. Lá no íntimo da alma da pessoa que chega no seu momento. Não precisa ter medo não minha gente, tá tudo programado. Tudo certo pra acontecer no momento que tem pra acontecer. Porque como o meu menino mesmo disse, “Quando vocês estão indo com a farinha, a gente tá voltando com o bolo prontinho” é só servi. E o primeiro pedaço é sempre pra essa pessoa que ganhou o presente de chegar no momento. Que nasceu. Que renasceu. Ai que alegria sentir isso aqui e ver que vocês estão se comportando direitinho como tem que ser. Porque até o que não é direitinho pra vocês é direitinho pro universo. Agora é estudá e trabaia pras se melhora cada vez mais. Ainda mais. Sem pressa, sem medo, sem vergonha e sem preocupação. Porque ocês num tão sozinho não minha gente. Tem um monte de gente cuidando docês. Um montão de gente boa oiando pro cês. Por isso minha gente, pode confiar no universo. O importante é saber que ocês tão caminhando pra luz. Isso sim é o que importa. E isso é o que dá a maior alegria de viver pra gente. De viver mesmo, porque eu tô vivinho da Silva do lado de cá. Muito mais do que vocês que tão do lado de lá. É minha gente, vocês tão do lado de lá. Que a vida de verdade é aqui onde eu tô. Aí é pra se melhorar. Aí quando vocês vierem pra cá vão ver o que é viver de verdade. Tudo bonito, tudo no bem. Tudo cheio de luz. Cheio de amor verdadeiro, não esse amor mesquinho que tem aí do lado do cês. Aqui é tudo festa, alegria. Mas tá tudo certo e vai continuar assim. Vivam um dia após o outro no caminho do bem, fazendo o seu mió que o pedaço do bolo tá aqui fresquinho esperando por vocês, viu. É só chegá.


Calunga


Psicografado por Leandro Dolfini.