quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Dance.

A vida é uma dança. Dança com ela quem quer. Quem não quer dança também. Mas fora de compasso. Fora de sintonia. E daí a dança da vida fica sem ritmo. E o dançarino se perde e se machuca. Pisa no próprio pé. Pisa no pé dos outros e estraga a dança de quem está dançando bonito. Mas aí vem o maestro e muda o ritmo. Põe um compasso mais forte. Muda a música da vida para algo mais difícil de se dançar. Aí então, o dançarino se machuca de vez e não consegue mais dançar. Aí, a gente aqui da platéia, fica torcendo para que ele pegue o ritmo e volte a dançar lindamente. Do jeitinho que ele dançava antes de vir para cá.
A música da vida nunca vai deixar de tocar. Você dançando no ritmo ou não. Mas que vai ter um monte de gente na platéia torcendo para você fazer bonito, isso vai. E gente que não vê a hora do espetáculo da vida terminar para aplaudir você de pé.

Que sua dança seja belíssima. Que o grand finale seja esplêndido. Assim você faz bonito de uma só vez para que seu show tenha bis. E quem sabe em outros palcos de outros planos em outros ritmos mais lindos e fascinantes do que esse.

Dance meu amigo. Dance muito e seja bravo, bravíssimo nos palcos da trilha sonora espiritual.

(aplausos)


PS: Depois de uma prática espiritual, senti uma necessidade muito grande de dançar. Foi como se algo me levantasse e dissesse: dance. Dance e solte as amarras energéticas do seu corpo. Assim você “limpa” até mais eficazmente a sugeira psiquica que está encrostada no seu campo aurico. Então dancei. Estava sozinho no salão da Origens pegando carona na energia depois de uma aula de yoga do Enki. E deu para perceber algumas entidades ali dançando comigo. Aí lembrei de algumas práticas que a Marisa já fez que se chama biodança. Enfim, depois disso veio a vontade de escrever. Não foi uma psicografia, foi mais uma canalização de algo que estava rolando ali, intuitivamente mesmo. Então dei vasão pra isso e fui no ritmo do lance...rs.

Foi maravilhoso. Como sempre é.

A senda espiritual é um caminho as vezes difícil de trilhar. Mas quando a gente entra nele pra valer, ganha alguns presentes incríveis. E aí só fica a gratidão pela paciência desses “caras” em aturar as vezes as nossas tolices e infantilidades emocionais.

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